Distúrbios do Sono

Distúrbios do Sono

Insônia, Apnéia, Narcolepsia e Parassonias: o que é e qual a importância.

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Afetam 45% da população
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Apneia = risco cardiovasc.
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Insônia: mais comum
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O que são os Distúrbios do Sono?

Os distúrbios do sono constituem um grupo diverso de condições que afetam a qualidade, a duração ou o tempo do sono, interferindo no funcionamento diurno adequado. Estes transtornos são classificados em várias categorias principais: insônia (dificuldade em iniciar ou manter o sono); distúrbios respiratórios do sono (como a apneia obstrutiva e central do sono);distúrbios de movimento relacionados ao sono (como síndrome das pernas inquietas e movimentos periódicos dos membros); hipersonias (como narcolepsia e hipersonia idiopática); parassonias (comportamentos anormais durante o sono, como terror noturno, sonambulismo e transtorno comportamental do sono REM);distúrbios do ritmo circadiano (como síndrome do atraso de fase do sono e jet lag); e outros distúrbios específicos. A etiologia é multifatorial, envolvendo fatores genéticos, neurológicos, psicológicos, ambientais e comportamentais.Muitos distúrbios do sono também se manifestam como sintomas secundários de outras condições neurológicas e psiquiátricas, estabelecendo uma relação bidirecional complexa.

 

Quais são os principais sintomas que os pacientes podem experienciar com estes distúrbios?

Os sintomas dos distúrbios do sono variam conforme a condição específica, mas frequentemente incluem sonolência diurna excessiva, fadiga crônica, dificuldade de concentração, irritabilidade e alterações do humor. Na insônia, os pacientes relatam dificuldade para adormecer, despertares noturnos frequentes ou despertar precoce, com consequente prejuízo da função diurna. Pacientes com apneia do sono tipicamente apresentam ronco alto, pausas respiratórias observadas durante o sono, sensação de sufocamento ao despertar, sono não reparador e cefaleia matinal. A síndrome das pernas inquietas caracteriza-se por sensações desconfortáveis nas pernas e impulso irresistível de movimentá-las, piorando à noite. Na narcolepsia, observa-se sonolência diurna irresistível, ataques de sono, cataplexia (perda súbita de tônus muscular desencadeada por emoções), alucinações hipnagógicas e paralisia do sono. As parassonias manifestam-se como comportamentos complexos durante o sono, como gritos, movimentação excessiva ou violenta, fala e deambulação. Os distúrbios do ritmo circadiano levam a dificuldades para dormir e despertar nos horários socialmente convencionais. Cronicamente, estes sintomas impactam significativamente a qualidade de vida, desempenho cognitivo, saúde mental e funcionamento social e ocupacional.

 

Qual o impacto que estes distúrbios podem causar quando não tratados corretamente?

Quando não diagnosticados e tratados adequadamente, os distúrbios do sono podem ter consequências graves e de amplo espectro. A apneia obstrutiva do sono não tratada associa-se a maior risco de hipertensão arterial, doenças cardiovasculares, acidente vascular cerebral, Diabetes tipo 2e comprometimento cognitivo. A insônia crônica aumenta o risco de transtornos de humor como depressão e ansiedade, além de contribuir para disfunção imunológica e dor crônica. Distúrbios como a narcolepsia e hipersonias, quando não controlados, aumentam dramaticamente o risco de acidentes automobilísticos e laborais. O impacto cognitivo da privação crônica de sono inclui déficits de atenção, memória, tomada de decisões e resolução de problemas, com consequências significativas para o desempenho acadêmico e profissional. Há também evidências de que a privação crônica de sono contribui para alterações metabólicas que favorecem a obesidade e síndrome metabólica. Pacientes com distúrbios do ritmo circadiano frequentemente desenvolvem problemas de adaptação social e ocupacional devido à incompatibilidade entre seus padrões de sono e as demandas sociais. As parassonias não tratadas podem resultar em lesões físicas durante os episódios e conflitos interpessoais devido a comportamentos noturnos disruptivos. O diagnóstico precoce, frequentemente auxiliado por estudos do sono como a Polissonografia, e o tratamento multidisciplinar são fundamentais para prevenir estas complicações e restabelecer a qualidade de vida.